A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma resolução, na segunda-feira passada, no DOU (Diário Oficial da União), onde proíbe a importação, fabricação, distribuição e comercialização, em todo Brasil, de alimentos e bebidas à base de aloe vera (a bobosa), por não haver comprovação da segurança de uso e nem registro junto à Anvisa.
A ANVISA considera que o uso de aloe vera em alimentos está regulamentado apenas como aditivo, na função de aromatizantes ou aromas e que não há comprovação da segurança do uso da aloe vera como ingrediente em alimentos. A aloe vera, assim, se enquadra na categoria de novos alimentos, sendo obrigatório o seu registro.
A resolução não abrange a utilização de aloe vera como aromatizante de alimentos e bebidas (?!).
A notícia correu também por alguns canais de televisão
É interessante como neste lindo país, tudo demora muito para acontecer por causa da burocracia. Leva-se mais de 10 anos para proibir uma coisa (essa história da ANVISA já vem de muito longe) e imagino que para liberar a aloe vera como novo alimento, agora, deve-se levar outros tantos.
Imagino também que a ANVISA não reconheça a segurança do uso da aloe vera na alimentação por que não há estudos NACIONAIS registrados no órgão sobre o tema comprovando a segurança de sua ingestão. Todos os estudos conhecidos, apresentam a aloe vera como um ótimo complemento alimentar, funcional e seguro, mas são ESTRANGEIROS e assim, não são reconhecidos por esse órgão.
Exceto o que já sabemos do perigo na ingestão da casca da aloe vera (a casca contém uma substância tóxica), nada se tem contra a ingestão do gel (o miolo) da aloe vera, visto que a ANVISA também não indica estudos contra sua utilização, somente aponta a falta de registro. Pelo contrário, através de estudos realizados em outros países, sabemos que sua ingestão é até acompanhada de muitos benefícios ao organismo. Existem livros sobre isso e órgãos que regulamentam o seu uso, lá fora.
Pena, não existir nenhuma empresa nacional no momento capaz de bancar um estudo desses e registrá-lo na ANVISA para acabar de uma vez por todas com essa polêmica. Bom... Agora, não deve ser mais polêmica. Quem sabe, daqui mais uns 10 anos...
(Apenas um lembrete: Seria muito legal se a Forever Living do Brasil se manifestasse a respeito e enviasse uma mensagem aos distribuidores esclarecendo esses fatos. Melhor ainda se ela investisse em um estudo para registrar a aloe vera na ANVISA. Não sei isso é possível ou de que forma poderia ser. Queria aproveitar a ocasião para pedir à Forever Living para também se associar à ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas), como fizeram a Avon, Natura, Herbalife e outras grandes empresas., sejam elas atuantes no mercado de marketing de rede ou tradicional. Seria recompensador para o distribuidor Forever, contar com esses pontos de apoio ao vender seus produtos).

Vamos trocer que a Forever Living possa contornar o mais rápito possível. Será que não previam esta situação? Abrir mercado consumidor para a empresa demora muito e para perder é só acontecendo isto!
ResponderExcluireu não deixar de consumir o produto que só me faz bem, pois tem pessoas que acha o nossos produtos caro, prefere acreditar num falso tomar, e depois sair espalhando que o nosso produto e ruim ou faz mal,mas acredito se ANVISA TOMAR DO ALOE VERA GEL, VAI VER QUE O PRODUTO É BOM, MAS CREIO EM "DEUS" QUE ISO CHAMA CIÚMES DE POVO SEM VISÃO.
ResponderExcluirA FOREVER LIVING PRODUCTS tem o registro da ANVISA desde qude se instalou no Brasil ha 15 anos. Infelizmente a ANVISA classificou no mesmo nível todas as indústrias que usam a babosa como matéria prima para os seus produtos, por conta de algumas fabriquetas de fundo de quintal estarem colocando no mercado produtos falsos ou sem a devida segurança exigida que somente a FOREVER oferece por seus produtos. Até hoje nunca houve um só usuário dos produtos FOREVER que se tenha queixado dos mesmos. Já a ANVISA poderia aplicar seus preciosos recursos e tempo para coibir o uso de substâncias tóxicas como as que contém o cigarro, por exemplo, e que notoriamente prejudica qualquer pessoa. Lamentavelmente a ANVISA não teve critério nem coerência nesse episódio lastimável, uma vez que a mesma atestou a autencidade, eficássia e pureza dos produtos FOREVER ha mais de 15 anos. O que dizer dessa proibição após todo esse tempo, de produtos que ela mesma autorizou a comercialização, distribuição e uso? PALHAÇADA.........................?
ResponderExcluirVamos torcer para a Justiça ser rápida para podermos trabalhar em paz. Nossos produtos saem da fábrica com o selo (IASC) Conselho Internacional de Ciência da Aloe, na qual é uma organização sem fins lucrativos que reúne fabricantes, processadores, distribuidores, fornecedores, médicos, cientistas e pesquisadores relacionados a produtos de babosa. Porque aqui no Brasil, estes produtos precisam ser barrados????
ResponderExcluirGente, não é mais fácil desconfiar da sua empresa, a Forever? Ela é que vive de vender esses sucos à base de aloe! Quer façam bem ou façam mal, ela quer é vender!!! Vcs estão querendo forçar uma barra, mas não convencem! Quem está mais interessado na saúde dos brasileiros? Uma empresa estrangeira ou a Agência de Vigilância Sanitária brasileira? Sua empresa está interessada é na saúde financeira dela, isso sim! Não estou aqui superestimando a Anvisa, é uma instituição falha,como todas as outras, mas o argumento de vcs chega a ser ridículo!
ResponderExcluirAna, amiga:
ExcluirVeja bem: a ANVISA não proibiu os sucos da Forever Living. Ela proibiu os sucos de babosa, em geral. Isso inclui os da Forever, outros nacionais, como os da ALPHA ALOE, do sul do Brasil, e de outras fabriquetas de fundo de quintal, que por falta de regulamentação, estavam todos enquadrados em um mesmo nível. Acredito que a regulamentação, mesmo que tardia, tornará mais fácil diferenciar um suco benéfico de outro prejudicial.
Lembre-se que se o suco de aloe vera da Forever Living fosse prejudicial à saúde, já o teriam proibido no mundo inteiro, pois ele é consumido há mais 30 anos em diversos países.
Outra: Se a ANVISA estivesse tão preocupada assim com a saúde dos brasileiros, já teria proibido os cigarros, as bebidas alcoólicas e outros ingredientes que são ingeridos todos os dias pela população. Tudo, ao final, não passa de burocracia, a que já estamos bem acostumados aqui no nosso cantinho tupiniquim.
Mas espere! O tempo dirá...